terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Crescer significa adaptar-se, e eis o proletario anarquista dizendo sim senhor quando lhe interrogam no trabalho A minha rebeldia nao me precaveu das responsabilidades que eu quis ilusoriamente livrar-se ideologicamente E os pelos pubianos ficam longos caso nao cortados Cortar o cabelo. Um gesto simples, mas quando caiu aquele pega rapaz algo de mim tambem declinou Nao sou mais o menino se masturbando no banheiro com seu vigoroso penis juvenil O mundo tambem chegou tentando me ensinar que e mais facil abraça-lo do que convencelo Agora movimento transacoes bancarias, contas chega em meu nome e o aluguel tarda mas nao falha Crescer, mas perai, logo eu, que estava tao satisfeito com aquele velho rapaz o mundo me chama e nao esquece meu nome Também fui capturado pela rotina. Mas quando me idealizei jovem a estas horas era pra mim estar fumando maconha em algum lugar distante e esquerdista da america latrina O mundo nos castra e aos poucos a gente se convece que de fato nos livramos de algo desimportante, tipo, liberdade Quem puder alimentar seus sonhos, que os torne obesos, Achei que comigo poderia ser diferente e que talvez o relogio jamais me coagiria sou livre, tolo que sou A gente cresce, mesmo sem querer e o mundo chama mesmo quando nao se ouve Daqui a pouco sera domingo, e eu ja começo a me convencer de que a poltrona ligada no faustao talvez seja o melhor pra mim Maldito signo que torna facil adaptar-se Certamente meu salario nao me tornara uma pessoa mais feliz, mas no entanto, contudo, todavia, sempre tera uma coca-cola me esperando na geladeira. E isso que chamam de felicidade interrogo Agora sou maduro, mas talvez caia do pe Aconteceu comigo, por isso mantenha seus olhos aberto

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